Não é novidade alguma que sou grande admiradora da Martha Medeiros, ainda que ache que eventulamente ela erre a mão, como no último livro "Fora de Mim". Pois neste domingo, como sói, estava buscando sua coluna na edição virtual do Zero Hora. Não encontrei, então fui para o seu blog e navegando pelas últimas postagens li o comentário ao último filme de Woddy Allen, de quem ela é fã assumidíssima. Até aí nada de novo sob o sol. Nestor que ama Martha, que ama Woddy... mas ela termina o texto dando um link para outro blog. De Tony Belotto. Tony Belotto? O titã? Sim, eu sabia que ele escrevia livros policiais, e me parecia de que ele também tinha uma coluna em alguma revista. Mas nunca havia lido nada dele. Por isso gosto de links: click... e com vocês, tchan, tchan, tchan, tchan... Tony Bellotto!
Adorei! Gostei do jeito como ele escreve, adorei as indicações, amei a forma como ele aborda cada assunto e agora não posso mais viver sem ele! Vou comprar seus livros e invesigar onde mais ele escreve. Sim, exagero pode ser meu nome, às vezes!
Mas o que realmente me fez feliz foi este encontro. A descoberta. Descobrir algo sempre me fascina. No sentido de encontrar pela primeira vez. A novidade, o inusitado, o original, o estranho, o desconhecido. Há uma emoção ímpar neste desvelar. O olhar fica mais aguçado. A atenção redobrada aos detalhes. Todos os sentidos recebendo novos e desconhecidos estímulos. Nada há que se compare à primeira vez. Conhecer, decifrar, revelar os mistérios. E para que isso aconteça é necessário que se descubra algo novo. Tony Belotto é minha mais nova descoberta!
Reconhecer também é uma forma de descobrir. E com os anos tendemos à redescoberta, ao reconhecimeto. Pois que já se viu e viveu muita coisa. Assim descobrimos pessoas interessantes, ou aspectos interessantes nas mesmas pessoas, reconhecemos lugares fascinantes nos caminhos por onde sempre andamos ou identificamos momentos de plenitude no nosso ordinário cotidiano. E na falta de um zero quilômetro, um semi-novo vai suprindo as necessidades.
Mas nada disso por hoje. Nada de meios prazeres. Nada de pratos requentados, ainda que deliciosos. A Saraiva está a um clique daqui e Tony Belotto me espera!
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